World Health Organization (WHO)

Coordenação do Planeamento da Política de Saúde

World Health Organization (WHO)

Job Description

Um dos objectivos fundamentais do Quadro de Acção para o Reforço do Sistema de Saúde da OMS é promover uma compreensão comum daquilo que é um sistema de saúde e em que consiste o seu reforço. Este quadro proporciona também uma base para apoiar os países no alargamento dos sistemas e serviços de saúde: resolvendo os problemas de uma forma colaborativa e coordenada, impulsionada pelos resultados que deseja obter em matéria de saúde, de forma a criar efeitos sustentáveis em todo o sistema. Para ser mais eficaz, este processo deve ser orientado pelos países, com base nas prioridades estabelecidas nos planos nacionais de saúde abrangentes.

FINALIDADE DO CARGO

A nível nacional, a pessoa recrutada ajudará na criação de sistemas de saúde resilientes baseados nos cuidados de saúde primários, apoiando a cobertura universal de saúde. O trabalho abrange as seguintes áreas: o fortalecimento do sistema de saúde, incluindo a protecção e gestão financeiras dos direitos humanos e sociais; a organização de serviços de saúde com foco nas pessoas e de um serviço integrado de cuidados de saúde contínuos; o reforço do processo de aquisição e abastecimento de produtos farmacêuticos e outros produtos de saúde; o pessoal da saúde; e o reforço das competências e o desenvolvimento de capacidades para a saúde.

RESUMO DAS TAREFAS ATRIBUÍDAS

Fornecer orientação e apoio técnicos na elaboração e implementação de políticas, programas e planos nacionais de saúde sólidos; 1. Fornecer orientação e apoio técnicos na elaboração e implementação de políticas, programas e planos nacionais de saúde sólidos; 2. Aconselhar e colaborar no desenvolvimento, implementação e avaliação de programas de cooperação técnicos nas áreas de gestão da saúde, políticas de saúde e desenvolvimento de sistemas, organização de serviços de saúde e gestão de apoio à cobertura universal da saúde; 3. Mobilizar um elevado nível de investimento e de acções multissectoriais no domínio da saúde; 4. Apoiar o estabelecimento de normas para a concepção, organização e programação funcional da saúde e o funcionamento de sistemas de saúde baseados em cuidados de saúde primários, apoiando a cobertura universal de saúde, redes integradas de saúde e serviços farmacêuticos, incluindo hospitais, a saúde reprodutiva, materna, neonatal e infantil, infra-estruturas e serviços de saúde pública; 5. Prestar assistência técnica aos Estados-Membros para conceber um pacote de serviços essenciais de saúde, tomando em consideração os aspectos sociais e culturais para uma utilização e acesso eficazes aos serviços; 6. Garantir a continuidade dos cuidados em situações de emergência, especialmente para pessoas com doenças crónicas, mães grávidas, crianças com menos de cinco anos de idade que sofrem de morbilidades e deficiências, etc. e prever medidas para reforçar os canais de referências; 7. Contribuir para a identificação e luta contra as desigualdades na saúde e promover a inclusão de grupos vulneráveis para garantir um acesso equitativo a serviços de saúde de qualidade; 8. Contribuir para o desenvolvimento, planeamento e formação em saúde do Pessoal dos Recursos Humanos, com o objectivo de aumentar a eficiência, eficácia e qualidade dos colaboradores; organizar, conduzir ou facilitar actividades de desenvolvimento de capacidades; 9. Coordenar o planeamento e a execução das actividades técnicas relacionadas com a qualidade dos cuidados e as infra-estruturas dos serviços de saúde (enfermagem, farmácia, laboratório, medicamentos, vacinas e dispositivos médicos de diagnóstico e terapêuticos, sistema de informação sanitária, incluindo estatísticas vitais e registos médicos), bem como programas prioritários baseados nas necessidades das populações afectadas; 10. Divulgar conhecimentos e resultados actualizados nas diversas áreas de especialização; aconselhar sobre a introdução e transferência de experiências e tecnologias através de processos de desenvolvimento de capacidades.

11. Apoiar o desenvolvimento e a consolidação do sistema de informação sobre a saúde para apoiar os processos de tomada de decisão; fornecer informações sobre a situação, o estado actual e as tendências da saúde relacionadas com a gestão eficaz e eficiente dos serviços de saúde; 12. Cooperar com membros da equipe interna, autoridades nacionais, agências de cooperação internacional, organizações intergovernamentais e não-governamentais e outras partes interessadas relevantes, a fim de desenvolver alianças e redes que promovam o acesso a serviços de cuidados de saúde primários de qualidade para a população afectada; 13. Liderar e orientar a equipa de sistemas de saúde, garantindo que as actividades são realizadas de forma altamente profissional e atempada, sempre que necessário.

14. Desempenhar quaisquer outras funções relacionadas com incidentes específicos, conforme exigido pelo supervisor funcional.

PERFIL DE RECRUTAMENTO

Educação (Habilitações):

Essencial: Médico com diploma universitário avançado (mestrado ou superior) em saúde pública, administração de serviços/ sistemas de saúde, gestão da saúde ou campo relacionado com este sector e exercido numa instituição acreditada/reconhecida.

Desejável: pós-graduação em análise de políticas Experiência:

Essencial: pelo menos sete anos de experiência progressiva e conexa, a nível nacional e internacional, em áreas relacionadas com o planeamento e a gestão de políticas de saúde, a recuperação e o desenvolvimento de sistemas de saúde, a prestação de serviços de saúde em situações de emergência, a extensão dos serviços de saúde a populações/ áreas mal servidas e a elaboração de estratégias para superar obstáculos que travam o acesso aos serviços de saúde, incluindo a medicamentos essenciais.

Desejável: possuir uma experiência de trabalho humanitário prévia no terreno, com a OMS, uma outra agência da ONU, parceiros de grupos orgânicos de saúde, organizações humanitárias reconhecidas ou com uma organização internacional não-governamental que tenha experiência com desastres e emergências sanitárias.

Aptidões e competências funcionais:

1. Conhecimentos sólidos em matéria de reforma da Administração Pública; 2. Qualificações comprovadas para definir políticas e planear, monitorizar e avaliar sistemas de saúde; 3. Capacidade demonstrada de fornecer conselhos e orientações metodológicos e técnicos sólidos a múltiplos interessados e parceiros na reforma do sector da saúde e na reforma da Administração Pública; 4. Capacidade demonstrada de inovar, integrar, sintetizar e comunicar conceitos e ideias complexos verbalmente e por escrito; 5. Capacidade de monitorar e comunicar o progresso em termos de processo e resultados.

Outras competências: (p. ex., informática)

1. Excelente domínio dos programas do Microsoft Office; 2. Conhecimento prático de aplicações de recolha de dados online, de pacotes de análise de estatísticas/ programas para colheita/analise de informação em saúde (DHIS2, Stata, SPSS); 3. Conhecimento prático de sistemas de previsão de abastecimento e de controlo de inventários para o abastecimento de médicos.

Competências

1. Criar um ambiente propício ao desenvolvimento profissional e estimulante; 2. Respeitar e promover as diferenças individuais e culturais; 3. Garantir a utilização eficaz dos recursos; 4. Trabalho de equipa; 5. Comunicação.

Línguas:

Fluência em inglês ou francês e também Fluência em português ou espanhol indispensável.

REMUNERAÇÃO

A OMS oferece um atraente pacote de remuneração que inclui, entre outros, um salário anual líquido de 72.637 dólares americanos (sujeito a deduções para contribuição para pensões e seguro de saúde), prestações de dependência, plano de pensões, seguro de saúde e 30 dias de férias anuais.

INFORMAÇÃO ADICIONAL

. Esta vaga pode ser utilizada para preencher um cargo semelhante no mesmo grau.

- Só serão contactados aqueles cujas candidaturas forem seriamente consideradas.

- Um teste escrito poderia ser usado como forma de rastreio.

- Se a sua candidatura for seleccionada para uma entrevista, ser-lhe-á pedido que produza antecipadamente um cópia digitalizada do atestado, diploma ou certificado exigido para o cargo.

A OMS considera apenas os diplomas de ensino superior obtidos numa instituição acreditada ou reconhecida na Base de Dados Mundial de Instituições de Ensino Superior (WHED), sendo a lista de instituições reconhecidas actualizada pela Associação Internacional de Universidades (IAU) ou pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). A lista pode ser acedida em http://www.whed.net/. Alguns certificados profissionais ou patentes podem não ser incluídos no WHED, e serão, portanto, serão considerados caso a caso.

- Todas as nomeações/extensões devem estar em conformidade com o Estatuto do Pessoal, as Regras do Pessoal e o Manual da OMS.

- Para informações sobre as operações da OMS, por favor visite: http://www.who.int.

- A OMS está empenhada na diversidade no seio do seu pessoal.

- A OMS é um ambiente não fumador . A Organização não recruta utilizadores de tabaco sob qualquer forma seja ele qual for.

· A OMS possui uma política de mobilidade que pode ser encontrada no seguinte link: http://www.who.int/employment/ en/. o Os candidatos recrutados da OMS para um cargo internacional estão sujeitos à mobilidade e podem ser designados para qualquer atividade ou posto de serviço da Organização em todo o mundo.

- As candidaturas de mulheres e nacionais de Estados não-membros, bem como sub-representados, são particularmente encorajadas.
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